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Redes sociais: um Ás na divulgação da pauta AIDS/HIV para a sociedade

Fuente: Portal Imprensa

Que as redes sociais têm o poder de transformar praticamente qualquer assunto no tema do momento já ficou comprovado inúmeras vezes. Geralmente, essa possibilidade só é destacada quando o efeito é nocivo. Mas por que esse poder ainda hoje é subaproveitado em causas socialmente importantes?

Durante o Fórum Aids e o Brasil, realizado em São Paulo, na última semana, Miguel Groisman, estudante de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, chamou a atenção para a possibilidade de explorar os recursos das mídias sociais para difundir informações de qualidade sobre o assunto.

Apesar de todos os avanços no tratamento e sobre técnicas seguras de prevenção, no Brasil, em 2017, foram diagnosticados 42.420 novos casos de HIV e 37.791, novos casos de AIDS. Muitos deles, estavam ligados à baixa de guarda da população em relação à prevenção ou ao tratamento.

“As redes sociais entram como um Ás. Os youtubers, por exemplo, têm um potencial muito grande de conexão com as pessoas que precisam ser lembradas (…) para que não aconteça em 2030 o mesmo que aconteceu nos anos 90”, ressaltou Miguel.

Ele e a graduanda Paula Maia, aluna de jornalismo da Universidade São Judas Tadeu, se juntaram à professora Edilaine Felix, da FIAM-FAAM Centro Universitário, para refletir sobre “Como viralizar a pauta AIDS/HIV em eventos e projetos universitários”. A mediação foi do jornalista Fabio Rubira.

Paula ponderou que ainda há uma visão muito sensacionalista sobre como é viver com HIV. “É importante trazer estas pautas de maneira de fácil compreensão e um viés mais jovem”, destacou, apontando debates e campanhas de apelo acessível uma opção importante para “viralizar a pauta”.

A pouca atenção dada ao tema pela mídia tradicional no dia a dia também chama a atenção de Edilaine. Em seu contato com os estudantes, a educadora percebeu que a universidade pode ser uma ferramenta importante para amplificar a valorização do assunto.

“Os estudantes percebem a importância do tema e observam que não existe quase nada sobre isso na mídia. Eu digo que essa é a importância de trabalhá-lo. Essa viralização começa já em sala de aula”, destacou.

Groisman e Paula são prova disso. Ambos desenvolveram projetos ligados ao tema depois de terem o interesse despertado em aulas. Ele explorou o assunto pelo viés do fotojornalismo.

Sob o título “A Linha Vermelha: Therese Frare e a representação fotojornalística da AIDS na década de 1990””, Groisman fez uma pesquisa sobre o retrato do ativista David Kirby feito por Therese Frare quando ele estava falecendo. A fotografia foi considerada pela LIFE Magazine “a foto que mudou a face do HIV/AIDS” e o estudante analisou as fotografias de mesma temática vencedoras do World Press Photo nos anos seguintes para verificar se o fotojornalismo havia trocado os estigmas por uma forma mais humanizada de representação.

Paula e outros alunos desenvolveram um documentário como projeto experimental de telejornalismo. Intitulado “Vivendo na PostiHIVidade”, o documentário propõe uma reflexão sobre a vida das pessoas após o diagnóstico com HIV. O objetivo é quebrar a patologização do vírus na sociedade.

“É importante essa produção sair da sala de aula. São iniciativas importantes para pensarmos cada vez mais pautas interessantes para acabar com o estigma e com o preconceito. Às vezes, o que começa na sala de aula se transforma em um vídeo, um livro-reportagem e muitas vezes vai para a imprensa”, destacou Edilaine.

No caso de Groisman, o trabalho será inscrito em congressos. Paula e seus amigos vão apresentar o projeto na universidade e, posteriormente, disponibilizá-lo em plataforma digital.

Edilaine ressaltou ainda outra linha jornalística que rende grandes reportagens sobre AIDS/HIV: o jornalismo de dados. “É um espaço no qual meus alunos conseguiram trabalhar muito essa temática.”

Dividido em quatro blocos, o Fórum AIDS e o Brasil debateu os temas “AIDS e fake news: é possível brecar esta nova onda?”, “A valorização do jornalismo científico dentro e fora das universidades”, “Os labjors no combate à AIDS e outras IST” e “Como viralizar a pauta em eventos e projetos universitários”.

O Fórum foi promovido pela Revista e Portal IMPRENSA, em parceria com o Ministério da Saúde e o curso de jornalismo da ESPM e teve o apoio do UNAIDS – programa da Organização das Nações Unidas para combater a doença.

Para conferir os destaques do Fórum Digital Aids 2018 e ver conteúdos relacionados, acesse www.portalimprensa.com.br/forumaids

Leia também:
Fórum Aids 2018: a valorização do jornalismo científico dentro e fora das universidades
A importância dos labjors como ferramenta para combater a AIDS/HIV

 

#VIHSIBILIDAD Algo más que una campaña

Fuente: Apoyo Positivo

Cuando la agencia creativa ARGONAUTAS se pusieron en contacto con nosotros para contarnos esta idea, no dudamos en darle cobertura. #VIHsibilidad más que una campaña tiene que considerarse una acción, no solo informativa si no de impacto.

Esta iniciativa nace en Zamora y en poco tiempo ha calado, llegando a muchos rincones, a nivel nacional.

 

Una acción de impacto, con un mensaje claro y que deja ver las reacciones de todas las personas que participan en ella.

Desde Apoyo Positivo hemos incluido esta campaña en nuestras acciones de la European Testing Week y el Día Mundial del SIDA, con una idea clara, acabar con el estigma y mostrar la realidad que viven las personas con VIH.

Le hemos preguntado a ARGONAUTAS CREATIVOS quiénes son y cómo surge la idea y esto nos han respondido:

Realizarnos la prueba del VIH nos aportó, más conocimiento,
desmitificación y sobre todo admiración por quiénes están apoyando los
comités desde dentro y desde fuera.

Fue la admiración lo que nos llevó a querer aportar “algo” que pudiéramos hacer como agencia creativa. Conocer el Comité Ciudadano Antisida de Zamora y ver cómo entre tan poca gente realizaban tantísimos proyectos, tantísima ayuda no sólo vinculada al VIH, nos dejó con la boca abierta. Estas personas, dedican su tiempo, su vida, una vida es
mucho tiempo, en ayuda a cualquiera que lo necesite y nos despertó algo; fue la admiración lo que nos motivó a movernos. La experiencia realizando las campañas para el VIH han sido de las mejores experiencias que hemos vivido con nuestro trabajo. Nos ha ayudado a creer que sí hay gente dedicando su tiempo a mejorar el mundo y eso es el mejor regalo. Conocer a otras organizaciones, Apoyo Positivo, nos habéis dejado con la boca abierta, por vuestro trabajo, el colectivo reunido y la calidad comunicativa. Mil gracias por haber contado con unos zamoranos con ganas
de conocer corazones sanos y mentes abiertas.

Una vez desarrollada la idea, Argonautas Creativos dejaron claros cuáles eran sus objetivos:

  • Desmitificar falsas creencias acerca del virus
  • Sensibilizar a la población de la realidad del VIH
  • Dar mucho de qué hablar.
  • Desestigmatizar.

 

Es tras esto, que desde Apoyo Positivo decidimos hacernos partícipes de esta maravillosa idea de la mejor forma que sabemos, dando cobertura en espacios con gran afluencia de participación en nuestras sedes de Madrid y Málaga y haciendo llegar el mensaje a todas partes.

#VIHsibilidad no debería ser importante sólo en los días claves de reivindicación y lucha por los derechos de las personas que viven con VIH, tenemos que alargarlo en el tiempo, dejando claro que el aspecto de una persona que vive con VIH es, simplemente, el mismo que el tuyo. Mírate al espejo y dinos ¿Qué ves?

Os invitamos a todos a que forméis parte de esta iniciativa.

La participación no es excluyente, cualquier entidad puede ser emisora, Argonautas Creativos se comprometen a adaptar los diseños, la elección de las frases a incluir en los soportes, la inclusión de logotipos, así como instrucciones para crear el soporte. La intención es concentrar a través de la web www.VIHsibilidad.org todas las acciones que se desarrollen y que nadie se quede fuera, sin que se pierda el mensaje.

 

Entidades colaboradoras:

  • Apoyo Positivo
  • Comité Ciudadano Anti SIDA de Zamora
  • Comité Ciudadano Anti SIDA de Burgos
  • Comité Ciudadano Anti SIDA de La Rioja

SCOMLab (InCom-UAB) participa en la jornada de debat “Entre tu i jo: parlem de VIH/sida?”, organitzada per Actua Vallès i la Fundació Autònoma Solidària

La jornada se celebrarà a Bellaterra, el 5 de desembre, en el marc dels actes commemoratius del dia mundial de la lluita contra la sida. José Luis Terrón, director d’SCOMLab (InCom-UAB) moderarà el debat entre una metgessa de l’Hospital Taulí de Sabadell i testimonis de persones amb VIH

Bellaterra, 4-12-2018. El director d’SCOMLab (InCom-UAB) i professor titular del Departament de Comunicació Audiovisual i Publicitat (UAB), José Luis Terrón, ha estat invitat a moderar la jornada de debat “Entre tu i jo: parlem de VIH/sida?”, organitzada per Actua Vallès i la Fundació Autònoma Solidària. Aquesta activitat, que compta amb la col·laboració de l’InCom-UAB i l’Hospital Universitari Parc Taulí, se celebrarà el dimecres 5 de desembre de 2018, de les 12.30 a les 14.30, a la Sala de Graus de les facultats de Filosofia i Lletres i de Psicologia (UAB), al campus de la UAB, a Bellaterra.

La jornada començarà a les 12.30h, amb un parlament de benvinguda, a càrrec d’Ester Artigas (Actua Vallès) i Marina Girona (Fundació Autònoma Solidària). A continuació, a les 12.45h, s’obrirà el debat amb una introducció a càrrec de José Luis Terrón (SCOMLab InCom-UAB), que donarà pas a la conversa entre la metgessa Marta Navarro (Hospital Universitari Parc Taulí), sobre “El VIH avui. Desmuntant falsos mites” i testimonis de persones amb VIH.

La jornada s’emmarca en els actes commemoratius del dia mundial de la lluita conta la sida (1 de desembre) i vol ser un acte de divulgació i sensibilització sobre el VIH i la sida entre la comunitat universitària. Sobretot, es vol fer èmfasi en la importància de la prevenció, tenint en compte que a Espanya, l’any 2018, s’estan diagnosticant cada dia 10 casos nous de VIH.

Per a més informació:

Cartell “Entre tu i jo: parlem de VIH/sida?”

Programa “Entre tu i jo: parlem de VIH/sida?”

Actua Vallès

Fundació Autònoma Solidària (FAS-UAB)

Análisis de ‘Indetectables’ Temporada 2 (‘Estigma’), la primera webserie realizada en España sobre VIH

Fuente: Cineverso

Indetectables es un proyecto de la ONG Apoyo Positivo, una vuelta de tuerca a la prevención, llevada al formato serie de capítulos autoconclusivos, con un toque de humor y naturalidad. Su primera temporada, “Sexo, Drogas y tú” ha recorrido más de 80 festivales en todo el mundo, recibiendo algunos reconocimientos como los Premios CIMA y Zinentiendo del Festival de Cine de Zaragoza o el premio a Mejor Campaña Sanitaria en los Premios Jovell 2018.

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La segunda temporada de Indetectables, llamada Estigma, se compone de cinco episodios autoconclusivos, como ya he mencionado, que abordan diferentes aspectos del estigma que viven las personas con VIH.

Gracias al Palacio de la Prensa de Madrid y a Apoyo Positivo, pudimos asistir al estreno de esta segunda temporada y visionar todos los capítulos que componen Estigma en la pantalla grande.

En el reparto de los capítulos que componen esta temporada figuran nombres como Aitana Sánchez Gijón, Ana Otero, Carmen del Conte, Jorge Calvo, Luis Bermejo, Sharonne, Deborah Ombres, Manuel Moya, Albert Suárez, Álvaro Fontalba y Manuel Tejera.

En mi opinión, el nivel de actuación en cada uno de los capítulos ha sido bastante elevado. Si por algo me llamó la atención cada uno de los capítulos es por ver caras nuevas, y no tan nuevas, en la interpretación de unos personajes puestos en unas situaciones bastante delicadas, abordadas con humor y realismo. Esto hace que el estigma, nunca mejor dicho, de las personas que portan el VIH se vea comprometido. Por mucho que la gente que no sea portadora del virus, en una cantidad de ocasiones elevada, sienta rechazo por esta situación, viendo este proyecto será capaz de incluso reconocer que, en nuestros días, tener VIH no es tener la peste negra. Se puede llevar una vida totalmente normal y tener relaciones sexuales sin miedo a contagiar a nadie, siempre y cuando se tomen las medidas convenientes.

Todo esto viene transmitido por una dirección y un guion que, para mi, son lo más fundamental dentro de cada cortometraje:

  • El capítulo Chenoa’s Fault, de Abril Zamora, nos habla de la PrEP.
  • Blablaland, de Fernando Gamero, nos muestra la historia de una pareja feliz y enamorada hasta que una de las partes le comunica a la otra que ha contraído el VIH.
  • Volcánica, de Alberto Velasco, aborda la discriminación a las personas con VIH en el entorno laboral.
  • Siempre que lo cuento, de Roberto Pérez Toledo, narra lo difícil que resulta comunicar un seroestatus positivo al comenzar una relación.
  • Y, por último, Estigma, de David Velduque (al cual pudimos entrevistar hace unos días), nos habla sobre esa prisión interna que nos construimos por miedo al rechazo social y a no ser amados por lo que somos.

 

Todos y cada uno de estos capítulos consiguen los dos objetivos de la campaña de Indetectables: prevenir mejor y destrozar todo estigma y rechazo injustificado ante las infecciones de trasmisión sexual y todas las diversidades.

Desde Cineverso, queremos dar eco a este proyecto y recomendamos esta web serie fervorosamente. Para más información sobre la misma, podéis visitar la página web oficial de Indetectables y visionar los capítulos que hemos mencionado con anterioridad una vez que estén subidos.

¡Todo nuestro apoyo a aquellos y aquella INDETECTABLES que nos están leyendo ahora mismo!

Eficàcia “quasi total” de la pastilla preventiva del VIH

Font: Ara

El centre comunitari BCN PrEP Point, especialitzat en la pastilla que evita la infecció per VIH (la profilaxi de preexposició o PrEP), ha constatat una efectivitat “quasi total” del tractament en el primer any de subministrament a Barcelona. De les 785 persones ateses que prenien la PrEP, només s’han registrat tres infeccions per VIH en aquest temps, i en tots els casos es tractava de persones que o bé van abandonar el tractament o bé ja estaven infectades prèviament.

El director del BCN Checkpoint, Ferran Pujol, va quantificar ahir així l’èxit dels resultats: “Si els infectats per VIH representen el 2,1% del total de persones que atenem al centre cada any, vol dir que entre els 785 que prenien la PrEP tocaria esperar uns 17 casos d’infeccions, però només n’hi ha hagut tres”. Això significa, va insistir, que la pastilla preventiva ha servit per reduir un 82,3% les infeccions en aquests grups de persones ateses.

Els responsables i els col·laboradors del BCN PrEP Point, el primer centre d’Europa especialitzat en el tractament preventiu del VIH, situen l’efectivitat d’aquest fàrmac a la vora del 100%. És per això que reclamen al ministeri de Sanitat que acceleri els tràmits perquè es pugui vendre a Espanya, com ja es fa en molts països del món, com als Estats Units, França, la Gran Bretanya i Portugal.

Actualment, els atesos que fan el tractament en aquest centre ho fan perquè estan dins d’un dels tres estudis clínics que el BCN PrEP Point té en marxa -gairebé 500 persones- o bé perquè l’han adquirit pel seu compte. La pastilla es pot comprar a internet i arriba sense problemes malgrat no estar autoritzada a Espanya. Els que l’han aconseguida d’aquesta manera, tot i que els controls i el seguiment es fan al centre comunitari de Barcelona, són 293. A banda, Pujol va constatar ahir que hi ha 166 persones més que han passat pel centre en algun moment i que han declarat que estan fent el tractament.

+ info

Bulos sobre el VIH y el sida

Fuente: Maldita Ciencia

Como cada año, este 1 de diciembre se celebra el Día Mundial de la Lucha contra el Sida. Y esa lucha no se puede hacer sin promover la información fiable y desmentir los bulos y la desinformación que hay al respecto. Antes de desmentir varios bulos habituales necesitamos aclarar algunos conceptos.

El sida, acrónimo del síndrome de inmunodeficiencia adquirida, es causado por el VIH, siglas de virus de inmunodeficiencia humana. No todas las personas infectadas por el VIH desarrollan la enfermedad pero sí pueden infectar a otras. Y ese virus, efectivamente, existe y está asociado al sida. No importa quién lo diga. Nuestros compañeros de ‘Yo, Doctor’ lo explican en una genial viñeta.

El virus del VIH existe

¿Puedo infectarme de VIH por un beso?

Existen muchos bulos sobre cómo se transmite el VIH. Para que quede claro, el VIH no se transmite ni por el aire ni por el agua, ni por la saliva, el sudor, las lágrimas o los besos si no hay heridas ni al compartir alimentos, bebidas o inodoro.

#callforpaper Comunicación y VIH de la Revista Española de Comunicación en Salud

Es un placer informarles del CFP que hemos lanzado para la publicación de un número especial sobre “Comunicación y VIH” que será publicado por RECS (www.uc3m.es/recs), y que será coordinado por el Dr. José Luis Terrón, profesor e investigador del Departamento de Comunicación Audiovisual y Publicidad de la UAB y, a su vez, director del SCOMLab del InCom-UAB. La recepción de manuscritos está abierta hasta el 31 de enero de 2019.

Este número especial tratará sobre la comunicación en relación al VIH y al sida desde cuatro enfoques: qué y como tratan los medios de comunicación el VIH, la prevención y la promoción de la salud, el estigma y la discriminación y la revisión sobre la literatura científica que hay sobre comunicación y VIH. Con este ejemplar especial pretendemos relanzar los estudios sobre comunicación y VIH especialmente desde el ámbito de las ciencias de la comunicación, desde el que se han ido abandonando a partir de los inicios del siglo, coincidendo con la ‘cronificación’ de la infección en los países desarrollados. Las áreas temáticas que incluye este número, siempre en relación con el VIH, son las siguientes:

–        Salud Pública

–        Promoción de la salud y prevención

–        Construcción del relato sobre el VIH por los medios de comunicación

–        Nuevos relatos para la prevención del VIH

–        Nuevas estrategias comunicatives en relación al VIH

–        El uso de las TIC

–        Las campañas

–        Comunicación professional de la salud-persona con VIH

–        Cine y VIH

–        Educación y salud

–        Investigación en comunicación y salud en relación al VIH

Envío de originales:

https://e-revistas.uc3m.es/index.php/RECS/about/submissions#authorGuidelines

Algunas conclusiones tras celebrar las Jornadas Internacionales Comunicación y Salud #hablamosdeVIH?

Transcurridas las III Jornadas Internacionales de Comunicación y Salud #hablamosdeVIH? nos gustaría compartir con vds. algunas de las conclusiones a las que, desde nuestro punto de vista, se llegaron. Evidentemente, cada una de ellas se merecen más que un par de líneas, pero consideramos que son, aún en su enumeración esquemática, inteligibles.
. Hemos dejado de saber qué y, lo que es más importante, cómo se informa del VIH; los estudios que se vinieron haciendo para monitorizar a los medios en esta cuestión son prácticamente inexistentes en la actualidad. Aunque si se dan estudios puntuales sobre algún hecho informativo o enfoque.
. Se tiene la percepción de que, aún escribiéndose mejor que años atrás, se siguen cometiendo numerosos errores formales, de enfoque y de contenido.
. En los países desarrollados el VIH es tanto o más un problema social que uno biomédico. Su cronificación también lo es del estigma y de la discriminación de las personas VIH.
. Los medios de comunicación tienen una responsabilidad para acabar con el estigma y la discriminación de las personas VIH.
. Es necesario, como años atrás, que los periodistas y la comunidad VIH dialoguen y trabajen al unísono, lo que no significa escribir al dictado sino escribir desde el conocimiento.
. Se reivindica la necesidad de un periodismo especializado sobre salud como única forma de asegurar una información correcta en lo formal y ética en sus contenidos.
. Se solicita de las administraciones que realicen o apoyen campañas en relación del VIH, pues en la actualidad, en nuestro país, el peso de las mismas recae en la comunidad VIH.
. Se pone de manifiesto que hay otra manera de hablar del VIH, y que hay que profundizar en los nuevos relatos y trabajar usando las nuevas herramientas tecnológicas. Ejemplo de ellos fueron las documentales transmedia, las APP o las series web de las que se hablaron y presentaron en las Jornadas.
. Pero si en algo hubo coincidencia es que el instrumento esencial para prevenir el VIH es la educación sexual, y que esta debería ser obligatoria desde la escuela.
. Por otro lado, se constató que desde el ámbito de la comunicación se investigaba menos que años atrás sobre la representación y la construcción mediática del VIH.
. Y por último, que cuando desde la academia se habla de comunicación y VIH se hace sobre todo desde el ámbito de la salud y no desde las ciencias sociales.
Recuerden que en el canal Youtube de las Jornadas pueden acceder a todas las comunicaciones y a todas las intervenciones presenciales:https://www.youtube.com/cha…/UCE46p1MZUSIEdk_mNsqfreg/videos

Archivo SIDA

Fuente: Exit Express

Bajo el nombre Anarchivo sida, el colectivo Equipo re (Aimar Arriola, Nancy Garin y Linda Valdés) ha desarrollado un trabajo de investigación y producción sobre la dimensión cultural y social de la continuada crisis del VIH/sida en el Estado español y en Chile que podrá verse en el MACBA desde el 14 de noviembre al 18 de abril de 2019. La propuesta se centra en la ciudad de Barcelona en la década de los 90’s y se despliega a partir de tres casos de estudio: el activismo del colectivo Act Up-Barcelona, la presencia del artista norteamericano Keith Haring en la ciudad y la heroína.

Centrándose en la década de los años noventa, la muestra se fija en el año 1996 como fecha bisagra definida por el uso de combinaciones de fármacos o Terapia Antiretroviral de Gran Actividad (TARGA), que producen un giro en la llamada pandemia del sida: el VIH/sida deja de ser una cuestión de vida o muerte, hecho que constituye un punto de inflexión para los espacios de lucha. Este marco trabajado desde Anarchivo sida se estructurará a través de dos líneas argumentales: las maneras de hacer el espacio púbico y la farmacologización de la vida. Los tres casos de estudio mencionados anteriormente convivirán con materiales artísticos y culturales de Barcelona y otros contextos organizados en torno a la categorías de esfera pública y farmacologización de la vida. En este sentido, se visibilizará la transición entre la generación de materiales circunscritos a la estética de los años ochenta hasta su desaparición con la eclosión de la globalización.

Mientras que en las primeras dos décadas de la crisis del VIH/sida las prioridades eran la prevención y la supervivencia, este proyecto asume que la realidad de vivir con VIH hoy es diferente según para quién y según dónde. En Barcelona, vivir con VIH en 2018 no necesariamente implica transmisión, tratamiento o muerte. En otros contextos, no obstante, la realidad es otra. Como muestra: en 2018, Chile ha declarado el VIH «una emergencia nacional», a causa del rebrote de transmisiones sumado a la falta de acceso a terapias actualizadas. Por lo tanto, igual que la crisis del VIH sigue, las respuestas han de seguir.

Anarchivo sida cuenta con material cedido por 14 agentes. Asímismo, la idea de archivo que plantea la muestra quiere mantenerse como una propuesta activa y viva, y no concebirse como un mero punto dipositario. Así pues, la exposición contará con un grupo de estudio activo que generará materiales y piezas complementarias, en relación con los agentes de la ciudad de Barcelona y que se ubicará en el Centro de Estudios y Documentación del MACBA (CED), espacio que tiene como misión ser un fórum de encuentro, de interacción, debate y generación de ideas sobre la producción de arte contemporáneo.

(Anarchivo sida en el MACBA, Barcelona. Del 14 de noviembre al 18 de abril de 2019)